A economia circular está redefinindo a forma como consumimos e utilizamos materiais na construção civil e no design de interiores. Nesse cenário, o Caçamba do Bem se consolidou como um projeto pioneiro ao ressignificar itens descartados e incentivar um consumo mais consciente. Agora, expandindo sua atuação, o projeto apresenta o Bem Caçambado, uma solução criada dentro do Caçamba do Bem para ajudar clientes a darem um novo significado aos seus espaços, de forma prática, acessível e sustentável.
O que é o Bem Caçambado?
O Bem Caçambado é um produto exclusivo do Caçamba do Bem, criado para atender à demanda de clientes que chegam ao espaço em busca de peças, mas sem um direcionamento claro sobre como compor seus ambientes. Essa consultoria especializada oferece suporte profissional na definição de cores, mobiliário e harmonização de espaços, sempre priorizando o reaproveitamento de materiais.
Diferente do funcionamento tradicional do Caçamba do Bem, o Bem Caçambado é um serviço adicional, com um custo extra, pois trata-se de um atendimento personalizado e especializado. O valor foi pensado para ser justo e acessível, alinhado à proposta do Caçamba do Bem de oferecer soluções criativas e sustentáveis sem abrir mão da qualidade e do propósito de reaproveitamento inteligente de materiais.
A consultoria é conduzida pela arquiteta Camila Feriato, que realiza uma visita de até três horas à residência do cliente para analisar o ambiente e sugerir soluções funcionais e estéticas. Após essa imersão, o cliente recebe um relatório detalhado com recomendações personalizadas, incluindo indicações de peças disponíveis no Caçamba do Bem, além de sugestões externas quando necessário.
Primeira parceria: Villa Mariantonio
O Bem Caçambado já começa com uma parceria especial: a Villa Mariantonio, um espaço compartilhado que reúne marcas e escritórios de diferentes segmentos, focado em fomentar o empreendedorismo e proporcionar experiências diferenciadas. O primeiro projeto da consultoria será a revitalização de três banheiros dentro de um imóvel histórico, respeitando a identidade e a história do espaço, princípios que estão alinhados com a essência do Caçamba do Bem.
Transformando o consumo e promovendo a economia circular
O Caçamba do Bem, e agora o Bem Caçambado, fazem parte de um movimento crescente que busca reduzir o impacto ambiental do setor e repensar o consumo na construção civil e no design de interiores. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 99% dos produtos comprados são descartados em até seis meses, um dado preocupante que reforça a necessidade de iniciativas que promovam a reutilização e a economia circular.
“Nosso objetivo sempre foi mostrar que materiais e objetos que perderam sua função original podem ganhar um novo propósito. O Bem Caçambado surge como uma extensão natural do Caçamba do Bem, ajudando as pessoas a visualizarem essas possibilidades dentro de seus próprios espaços”, afirma Marília Bender Almeida, fundadora do projeto.
Ao integrar a consultoria ao Caçamba do Bem, o projeto fortalece seu impacto ao não apenas oferecer materiais reaproveitados, mas também auxiliar clientes a utilizá-los de maneira criativa e funcional. Em um setor tradicionalmente marcado pelo desperdício, essa iniciativa reforça que é possível transformar ambientes sem excessos, com consciência e estilo.
Sobre o projeto
Sob a curadoria da designer de interiores e fundadora do projeto, Marília Bender Almeida, o Caçamba do Bem busca não apenas transformar materiais descartados ou esquecidos em objetos de valor, mas também promover uma mudança de paradigma na construção civil para fortalecer um consumo mais consciente, acessível e circular.
O Caçamba do Bem reforça a importância da sustentabilidade na construção civil e inspira todos a desempenhar um papel ativo nessa transformação. “Acreditamos na capacidade da economia circular em transformar vidas e promover um futuro mais sustentável. Entendemos que precisamos pensar hoje no que buscamos no amanhã, por isso buscamos nos aproximar cada vez mais de marcas e pessoas do ramo que, assim como nós, entendem que o que aquilo que não serve mais para mim pode servir para outro. Assim, estamos batalhando para construir um novo jeito de construir, mais consciente e sustentável”, diz Marília.